Brasil, 03 de setembro de 2010
A Controladoria-Geral da União (CGU) encontrou irregularidades de R$ 158,4 milhões na aplicação de repasses federais ao governo do Distrito Federal
Como noticiou o Congresso em Foco, Patrícia Guedes era investigada por comandar esquema que reservava cargos terceirizados mediante pagamento.
Ato administrativo ilegal só configura ilícito de improbidade administrativa quando revela indícios de má-fé ou dolo do agente. O entendimento é da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça
Antonio Fernando Dantas Montalvão
João Eduardo Moraes de Melo
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