Brasil, 24 de maio de 2012
O vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Ari Pargendler, no exercício da Presidência, manteve a prisão preventiva do advogado criminalista Augusto Cipriani Prates. Ele é acusado de integrar uma rede que encomendava drogas na fronteira do Brasil com a Argentina e o Paraguai.
Segundo a Polícia Federal (PF), o criminalista é apontado como suposto elo do bando liderado por João Carlos da Silva Padilha – assassinado no início das investigações e substituído por sua esposa, Kátia – com quadrilhas menores e com fornecedores de drogas.
Em sua decisão liminar, o ministro Pargendler considerou que há justificativas para a manutenção do decreto prisional de Prates, reveladas na decisão do desembargador Marco Antônio Ribeiro de Oliveira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS). “As notícias de homicídios, fraude processual e corrupção recomendam fortemente a retirada de circulação de todos os implicados para que a instrução transcorra lisamente”, afirmou o desembargador.
O vice-presidente do STJ solicitou informações ao TJRS e, chegadas estas, determinou o encaminhamento do processo ao Ministério Público Federal para elaboração de parecer.
A Justiça do Direito Online
Fonte: STJ
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