Brasil, 24 de maio de 2012
Inquérito do STF aberto nesta semana contra o senador Gim Argello (PTB) mostra que, quando presidiu a Câmara Legislativa do Distrito Federal, ele alugou computadores por um valor que poderia ter sido usado para a compra de pelo menos três vezes a quantidade contratada. A Folha teve acesso ao processo do Supremo que investiga contrato na área de informática, assinado em 2002 pelo Legislativo do DF, no valor de R$ 5,8 milhões. Na ocasião, ficou estabelecida a locação durante dois anos de 216 computadores, entre PCs e notebooks, no valor de R$ 3,4 milhões. O restante seria destinado à prestação de serviços técnicos.
O acordo foi firmado com a empresa CTIS, que, depois, seria acusada de participação no mensalão do DEM. Os donos da empresa negam envolvimento no esquema que levou o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda à prisão. Uma planilha do inquérito mostra que valores pagos para o uso das máquinas no período variavam de R$ 17 mil a R$ 28 mil por unidade.
ele alugou computadores por um valor que poderia ter sido usado para a compra de pelo menos três vezes a quantidade contratada. A Folha teve acesso ao processo do Supremo que investiga contrato na área de informática, assinado em 2002 pelo Legislativo do DF, no valor de R$ 5,8 milhões. Na ocasião, ficou estabelecida a locação durante dois anos de 216 computadores, entre PCs e notebooks, no valor de R$ 3,4 milhões. O restante seria destinado à prestação de serviços técnicos.
O acordo foi firmado com a empresa CTIS, que, depois, seria acusada de participação no mensalão do DEM. Os donos da empresa negam envolvimento no esquema que levou o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda à prisão. Uma planilha do inquérito mostra que valores pagos para o uso das máquinas no período variavam de R$ 17 mil a R$ 28 mil por unidade.
Fonte: Congresso em Foco e Folha de São Paulo
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