Brasil, 24 de maio de 2012
DAS CRÍTICAS A crítica construtiva fere, mas não quer matar; É a poda necessária ao jardim. A crítica apressada, mal intencionada e sem tréguas, pouco constrói. Toda crítica necessita ter um fundamento e um limite. E quem muito critica, pouco ajuda. A crítica infundada e sem limites, retira de seu autor a credibilidade necessária a quem pretende modificar o que, de fato, precisa ser modificado. Por vezes, o elogio é mais revolucionário que o espírito criticastro. A pessoa critiqueira está fadada a viver imersa no mar cinzento de suas angústias. Seu sorriso é artificial, Seus gestos são acusatórios, Sua conversa não quer o consenso. A vida parece nos cobrar uma postura diferente, ponderada e de equilíbrio, pois só a tolerância rima com a imperfeição do universo. O dedo em riste é a flecha que acusa Mas a mão estendida constrói muito mais. Roberto Carlos Simões Galvão Advogado e Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Maringá.
Roberto Carlos Simões Galvão