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O que é e como estudar prática forense

Para exercer cargos relacionados à carreira jurídica, o profissional deve ter em seu currículo mais do que conhecimentos sobre legislação, jurisprudência e doutrina. Esse saber deve ser aplicado no dia a dia para prestação de serviços, de modo a unir a teoria com a prática forense dos cargos desta área.

Mas o que é a prática forense? Esse conhecimento é fundamental para se inscrever em uma série de concursos da área jurídica, como o de juiz federal do TRF. Portanto, compreender do que essa área se trata e como dominá-la é fundamental para continuar crescendo como um profissional de Direito.

O texto abaixo apresenta os principais detalhes, características e como estudar a prática forense.

O que é?

Essa área é responsável por cuidar do manejo dos instrumentos jurídicos, com o objetivo de defender, fundamentar e fazer os requerimentos ao Poder Judiciário. Na prática, é onde se utiliza o conhecimento de áreas como Direito Criminal, Direito Civil e Direito Administrativo, por exemplo, em medidas legais e concretas.

O principal instrumento de trabalho, neste caso, será a linguagem escrita — apesar de haver situações de argumentação oral. Estudar as técnicas e os métodos é fundamental devido à linguagem escrita desempenhar um papel crucial, uma vez que, além de ser uma forma de comunicação, atua aqui como uma forma de convencimento.

Essa prática também engloba o entendimento de outros conhecimentos utilizados no dia a dia. O estudante também aprende sobre habilidades ligadas à gestão de escritórios, realização de diligências e acompanhamento de processos.

Importância

Conhecer a prática forense é fundamental para que se aplique, na prática, todo o conhecimento e aprendizado visto na teoria. Isso possibilita satisfazer e resolver questões jurídicas das áreas em que o profissional atua. Caso contrário, ele acaba limitando suas atividades, por melhor domínio da parte teórica que possa ter.

Conquistar o conhecimento nesta área também qualifica o profissional para diversas áreas, inclusive funções acadêmicas, como pesquisa científica e docência. A prática forense também é útil e bem-vinda para resolução de questões de concursos públicos e na realização das etapas orais do processo seletivo.

Ao estudar os conhecimentos relacionados a essa área, o profissional passa a lidar com o exercício da profissão como um todo. Por isso, a grade curricular dos cursos envolve matérias como Ética Profissional, Oratória, Administração Legal, Marketing e Finanças de Escritório de Advocacia, Gestão, Português Jurídico e Desenvolvimento Profissional.

O curso também contempla outros saberes envolvidos, como Prerrogativas Legais de Advogado e diversos tipos de Peticionamento: Extrajudicial e nas áreas Trabalhista, Criminal, Cível e nos Tribunais Superiores.

Como estudar?

Para dominar a prática forense, é preciso conciliar o exercício da função com a orientação teórica. Ou seja, é um conhecimento que se aprimora após receber as instruções de como fazer algo, evoluindo pouco a pouco. Dessa forma, há o desenvolvimento de atitudes, julgamentos e habilidades, que se tornarão cada vez mais eficazes.

Uma das formas de estimular e promover essas competências é por meio de experiências profissionais cultivadas desde quando o estudante ainda está na faculdade. Por meio de estágios em núcleos de prática jurídica, em órgãos públicos de advocacia e escritórios privados, ele pode aprender mais sobre o dia a dia do exercício da profissão.

Isso permanece após a faculdade, quando o profissional pode atuar em escritórios ou empresas privadas e no setor público, além de participar de programas de residência jurídica.

A magistratura exige função jurídica ou prática de, pelo menos, cinco atos processuais por três anos após o fim dos estudos. Por outro lado, as procuradorias de estado demandam dois anos de experiência, sendo que há estados que admitem estágios e residências no órgão.

Fonte: Barbara Guides

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