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Gestão fiscal de Campina tem seu julgamento adiado

A pedido da prefeita de Campina Grande, Cozete Barbosa, foi adiado para a próxima quarta-feira (18) o julgamento das contas de gestão fiscal relativas ao exercício de 2002 por ela apresentadas ao exame do Tribunal de Contas do Estado.

A pedido da prefeita de Campina Grande, Cozete Barbosa,

foi adiado para a próxima quarta-feira (18) o julgamento

das contas de gestão fiscal relativas ao exercício de 2002 por ela apresentadas ao exame do Tribunal de Contas do Estado.

Em 2002, a Prefeitura de Campina Grande também esteve sob o comando do ex-prefeito Cássio Cunha Lima, que administrou a cidade de 1º de janeiro a 28 de fevereiro.

O exame das duas prestações de contas, partes do mesmo

processo, sofreu adiamento em virtude da impossibilidade

de comparecimento do advogado da Prefeitura, então obrigado a atender a compromisso “anteriormente agendado

e de caráter inadiável”, segundo ofício de Cozete ao relator Oscar Mamede Santiago Melo.

Na sessão desta quarta-feira, o TCE emitiu parecer contrário à aprovação das contas de gestão geral de 2001 encaminhadas pelo prefeito de Damião, Geoval de Oliveira Silva.

Por maioria de votos, a Corte imputou-lhe débito em torno dos R$ 29 mil por gastos indevidos com óleo diesel e diárias recebidas em excesso, decisão de que cabe recurso.

O prefeito de São José de Caiana, Gildivan Lopes da Silva, teve as contas de 2001 aprovadas com restrições. O Tribunal entendeu que, em 2002, os prefeitos de Cruz do Espírito Santo (Severino Bento Raimundo), Nova Olinda (João Raimundo Neto) e Aguiar (Darcy Alves de Lacerda) cumpriram parcialmente as exigências essenciais da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Foram aprovadas com ressalvas as contas de 2002 do Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Baía da Traição e as de 2201, encaminhadas pelo Instituto de Previdência dos Servidores de Santa Cruz, pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região do Vale do Piancó e pelo Instituto de Previdência de Alagoa Nova.

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