O Conselho Regional de Medicina (Cremal) vai instaurar sindicância para apurar o que de fato aconteceu na última sexta (19), em Maceió (AL), quando a ambulante Jardilene Maria do Carmo entrou em trabalho de parto e teve negado atendimento pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O bebê morreu sem qualquer tipo de assistência. Para o presidente do Cremal, Fernando Pedrosa, se com a conclusão dos trabalhos ficar confirmado que o médico que atendeu a ocorrência negou o atendimento quando havia forma de garantir o serviço, será instaurado processo contra o profissional por negligência. Entretanto, se nos levantamentos feitos pelos conselheiros do Cremal ficar constatado que não havia ambulância disponível no momento, o governo do Estado pode ser responsabilizado pelo não atendimento. Informações da Gazeta de Alagaoas