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21/10/2004

STJ: Cheque prescrito dá sustentação a ação de cobrança

A prescrição de um cheque não impede ajuizamento de ação de cobrança, afirma a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Após vários julgados no mesmo sentido, a Segunda Seção, formada pela Terceira e pela Quarta Turma, elaborou uma súmula, a de número 299, aprovada na segunda última, dia 18. O texto é claro: “É admissível a ação monitória fundada em cheque prescrito.”

STJ: Não incide ICMS na venda de bens salvos de sinistros

A operação de venda de bens sinistrados, por compor o contrato de seguro, não pode ser objeto de tributação por lei estadual, estando, por conseguinte, fora do alcance de incidência do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS). Com esse entendimento, os ministros da Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deferiram o pedido da Sul América Companhia Nacional de Seguros e de mais 28 seguradoras para que o ICMS não incida sobre as operações relativas à alienação de salvados.

A recusa em fazer o teste de DNA presume a paternidade

“Em ação investigatória, a recusa do suposto pai a submeter-se ao exame de DNA induz presunção júris tantum de paternidade.” Assim ficou redigida a Súmula 301 aprovada na segunda-feira (18) pela Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), composta pela Terceira e pela Quarta Turma. Em outras palavras, o texto diz que o suposto pai que se negar insistentemente a fazer o teste de DNA terá declarada a paternidade.

Transição municipal vai reunir prefeitos sertanejos em Sousa

Prefeitos de dezenas de municípios paraibanos estarão em Sousa, nesta sexta-feira (22), a partir das 8 horas, para encontro durante o qual irão ouvir de técnicos e dirigentes do Tribunal de Contas do Estado recomendações necessárias a transições tranqüilas e pacíficas de governo, em janeiro de 2005.

TST julga hoje dissídio dos bancários

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgará nesta quinta-feira, o dissídio da categoria bancá-ria, que na semana passada encerrou uma paralisação de 30 dias.

Além de definir qual reajuste e vantagens salariais serão concedidas aos bancários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, os nove ministros terão de tomar uma decisão ainda mais delicada e polêmica: o que fazer com os dias parados da greve.

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