CNJ: liminares cortam pagamentos irregulares de magistrados
Uma série de pagamentos considerados irregulares foi derrubada pelo Conselho Nacional de Justiça nos julgamentos referentes à aplicação das resoluções 13 e 14 do CNJ – que tratam do teto remuneratório para o Judiciário. Entre as irregularidades encontradas estava o pagamento indiscriminado de auxílio moradia a magistrados em alguns tribunais. O princípio adotado pelo CNJ foi permitir o pagamento do auxílio apenas nos casos em que a comarca não conta com residência oficial e o magistrado não possui residência própria, sempre com caráter provisório. ‘Alguns estados transformaram o auxílio moradia em verba salarial. Os integrantes do Judiciário recebiam mais três mil de auxílio moradia. Isso é salário, não é auxílio moradia. Foi cortado’, esclareceu o conselheiro Alexandre de Moraes. Em alguns casos, inclusive aposentados recebiam o auxílio.