seu conteúdo no nosso portal

Justiça de Goiás reduz pena de Vilma Martins

Justiça de Goiás reduz pena de Vilma Martins

A Justiça de Goiás reduziu para 5 anos e 4 meses a pena de Vilma Martins, condenada pelo seqüestro de Pedro Braule Pinto --o garoto Pedrinho, levado de uma maternidade de Brasília em janeiro de 1986.

A Justiça de Goiás reduziu para 5 anos e 4 meses a pena de Vilma Martins, condenada pelo seqüestro de Pedro Braule Pinto –o garoto Pedrinho, levado de uma maternidade de Brasília em janeiro de 1986.

A 1ª Câmara Criminal do TJ (Tribunal de Justiça) entendeu que prescreveu o prazo para punir Vilma pelo crime de parto alheio como próprio, ao julgar recurso interposto pela defesa da acusada.

Em agosto de 2003, Vilma havia sido condenada a 8 anos e 8 meses de prisão pelos crimes de subtração de incapaz (1 ano e 8 meses), parto alheio como próprio (3 anos e 6 meses) e registrar como seu o filho de outra pessoa (3 anos e 6 meses). Ela foi presa em maio do ano passado.

DNA

Exames confirmaram que Pedrinho e Roberta não são filhos biológicos de Vilma.

No caso de Roberta, um exame de DNA feito pela polícia em fevereiro de 2003, sem o consentimento da jovem, comprovou que ela é Aparecida Fernanda Ribeiro da Silva, filha de Francisca Maria Ribeiro da Silva, levada de uma maternidade em 1979.

Pedrinho

O menino Pedro Braule Pinto foi levado da maternidade, em janeiro de 1986, horas após o nascimento. Registrado em Goiânia como Osvaldo Martins Borges Júnior, o garoto foi criado como filho natural de Vilma e seu marido, Osvaldo Borges, que morreu em 2002.

Vilma afirmou que o casal conseguiu a criança com uma gari, mas escondeu o fato para evitar a burocracia de uma adoção.

Pedrinho, em novembro de 2002, foi convencido a fornecer sangue para um exame de DNA após uma pessoa ligada à família adotiva ouvir comentários suspeitos sobre a verdadeira filiação do garoto. Ele, atualmente, mora com os pais biológicos.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico