seu conteúdo no nosso portal

STJ nega liminar a empresário que participou do BBB4

STJ nega liminar a empresário que participou do BBB4

Permanecerá preso o empresário Edílson Buba, que ficou nacionalmente conhecido por ter participado do programa Big Brother Brasil 4, da Rede Globo de Televisão. O ministro Gilson Dipp, da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça, negou a liminar pedida pela defesa do empresário, preso desde abril deste ano no Centro de Observação e Triagem Criminológica (COTC), dentro do Complexo Penitenciário do Ahú, em Curitiba (PR).

Permanecerá preso o empresário Edílson Buba, que ficou nacionalmente conhecido por ter participado do programa Big Brother Brasil 4, da Rede Globo de Televisão.

O ministro Gilson Dipp, da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça, negou a liminar pedida pela defesa do empresário, preso desde abril deste ano no Centro de Observação e Triagem Criminológica (COTC), dentro do Complexo Penitenciário do Ahú, em Curitiba (PR).

Buba foi preso em flagrante no aeroporto de Curitiba, em São José dos Pinhais, cidade a cerca de 20 km da capital paranaense. O motivo: a suposta prática do crime de tráfico de entorpecentes, por ter consigo 18g de maconha e 18 pedras de “ecstasy”. A sua prisão provisória foi decretada pelo juiz da 2ª Vara Criminal daquela cidade.

Outra tentativa de obter a liberdade do empresário foi feita no Tribunal de Alçada paranaense, mas a decisão de primeiro grau foi mantida. Nesse novo pedido, dessa vez ao STJ, a defesa alega não haver motivos para a prisão provisória.

Para o ministro Gilson Dipp, relator do caso no STJ, não há, pelo menos nessa primeira análise, nenhuma ilegalidade na decisão do tribunal do Paraná, além disso, entende que o pedido contido na liminar de imediata soltura de Edílson Buba confunde-se com o mérito do habeas-corpus.

Além de indeferir a liminar, o ministro solicitou informações ao Tribunal de Alçada do Paraná, após o que o caso deverá ir para o Ministério Público Federal para que seja emitido parecer.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico