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TJPB homenageia padre Zé Coutinho

TJPB homenageia padre Zé Coutinho

Na sessão da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, realizada nesta quinta-feira, foi prestada uma homenagem aos 70 anos de existência do Instituto São José, criado pelo padre Zé Coutinho. A proposição foi de autoria do desembargador Raphael Carneiro Arnaud, que em seu discurso destacou o trabalho que o padre Zé desenvolveu em favor dos mais necessitados. Também falaram na ocasião os desembargadores Júlio Aurélio, presidente do TJ e Nilo Ramalho, presidente da Câmara Criminal, além dos juízes convocados Eslu Eloy, Maria das Graças e Eduardo José de Carvalho. Em nome da OAB/Pb, usou da palavra o advogado José Cardoso.

Na sessão da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, realizada nesta quinta-feira, foi prestada uma homenagem aos 70 anos de existência do Instituto São José, criado pelo padre Zé Coutinho. A proposição foi de autoria do

desembargador Raphael Carneiro Arnaud, que em seu discurso destacou o trabalho que o padre Zé desenvolveu em favor dos mais necessitados. Também falaram na ocasião os desembargadores Júlio Aurélio, presidente do TJ e Nilo

Ramalho, presidente da Câmara Criminal, além dos juízes convocados Eslu Eloy, Maria das Graças e Eduardo José de Carvalho. Em nome da OAB/Pb, usou da palavra o advogado José Cardoso.

Segundo o desembargador Raphael Carneiro Arnaud, “padre Zé Coutinho realizou um trabalho extraordinário em favor do homem pobre, da mulher enferma e da criança abandonada”. Segundo ele, o Instituto São José não pode se acabar e que a obra social deixada por padre Zé serve de estímulo para os que continuam o seu trabalho. Ele apelou aos órgãos de imprensa para que divulguem os 70 anos do Instituto São José, assim como o trabalho que vem sendo feito por aquele órgão em prol dos mais carentes.

O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Júlio Aurélio, enfatizou em seu discurso que o Instituto São José foi pioneiro na promoção humana, realizando os mais diversos cursos profissionalizantes em benefício da

população carente. “Para nós padre Zé Coutinho não morreu”, disse o presidente do TJ, que tem dado continuidade ao trabalho do religioso, falecido em novembro de 1973. Para o desembargador Nilo Ramalho, padre Zé recebeu uma missão digna dos santos. “Padre Zé fez pela Paraíba o que pouca gente fez”, destacou.

Padre José Coutinho dedicou sua vida para fazer caridade às pessoas pobres e desamparadas. Em sua peregrinação educou jovens e criou escolas profissionalizantes O Instituto São José, que está completando 70 anos, é uma entidade sem fins lucrativos, criado pelo Padre Zé, que desenvolve trabalhos e atividades educacionais, além de acolher pessoas que necessitam de abrigo.

Homenagens – Outras homenagens foram prestadas ao Instituto São José. Pela manhã, o Arcebispo da Paraíba, D. Aldo Pagotto celebrou uma missa, ao lado do Monsenhor Ivônio Cassiano na Igreja do Carmo, ocasião em que reverenciou a importância do Instituto São José. À tarde houve uma sessão especial na Câmara Municipal. Falando na ocasião o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Júlio Aurélio, ressaltou que “o Instituto São José sempre foi a

redenção das pessoas pobres”. Em seguida foi feito o lançamento do livro “Padre Zé – O Servo dos Pobres”, de autoria do jornalista José Nunes Costa.

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