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Juíza obriga metrô e limpeza urbana a manter serviços apesar de greve

Juíza obriga metrô e limpeza urbana a manter serviços apesar de greve

Liminares concedidas nesta terça-feira pela presidenta do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo, juíza Dora Vaz Treviño, obrigam metroviários e trabalhadores da limpeza urbana, que ameaçam entrar em greve, a manter a prestação de serviços essenciais à população.

Liminares concedidas nesta terça-feira pela presidenta do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo, juíza Dora Vaz Treviño, obrigam metroviários e trabalhadores da limpeza urbana, que ameaçam entrar em greve, a manter a prestação de serviços essenciais à população.

De acordo com o TRT, a medida cautelar dada pela juíza em favor do Metrô determina que 100% da frota de cada linha em circulação do metrô continue ativa –mesmo em caso de greve– durante os horários de pico –das 6h às 9h e das 16h às 19h– e 80% nos demais horários.

O descumprimento da decisão pode acarretar multa de R$ 200 mil para os responsáveis, em benefício do Hospital São Paulo, Hospital das Clínicas e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Limpeza

Outra liminar, concedida pela juíza ao Selur (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana) do Estado determina a “manutenção de 100% do serviço de coleta de lixo em hospitais, empresas e produtos químicos e similares, e de 80% das coletas de limpeza urbana (vias públicas e similares)”.

De acordo com o processo, a categoria ameaça entrar em greve a partir das 0h de quarta-feira (29). Em caso de descumprimento, a multa é de R$ 200 mil. O dinheiro deverá ser revertido em favor dos mesmos hospitais.

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