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Promotoria investiga perda de amostras de sangue em Rio Preto

Promotoria investiga perda de amostras de sangue em Rio Preto

O Ministério Público abriu ontem um procedimento investigativo para apurar a demora na realização e entrega de resultado de exames pelo Instituto Adolfo Lutz, em São José do Rio Preto (440 km a norte de São Paulo).

O Ministério Público abriu ontem um procedimento investigativo para apurar a demora na realização e entrega de resultado de exames pelo Instituto Adolfo Lutz, em São José do Rio Preto (440 km a norte de São Paulo).

Entre os exames estão os de diagnósticos de HIV. Por problemas técnicos de armazenamento, amostras de sangue para verificação de dengue foram descartadas em junho pelo instituto.

No documento, o promotor Carlos Gilberto Menenzello Romani diz que o Conselho Municipal informou que o prazo razoável seria no máximo de dez dias para a realização e entrega dos exames, mas tem ultrapassado os dois meses.

“A demora provoca prejuízos aos usuários do sistema, com abalo psicológico no indivíduo. Se constatada a doença, poderá prejudicar o tratamento. No caso dos exames de carga viral, pode implicar em falha terapêutica, ou seja, em falha no tratamento e controle da doença, podendo o doente morrer.”

Em nota oficial, a Secretaria da Saúde de São Paulo afirmou que 1.767 amostras de sangue para exames de sorologia de dengue chegaram ao instituto “na primeira semana de junho” e que, “por conta de um problema de energia elétrica” que causou a queima de um refrigerador onde estavam alocadas, o material se estragou.

Na segunda-feira, cerca de 50 manifestantes realizaram um protesto contra a direção do instituto. Portando faixas, apitos e usando nariz de palhaço, os manifestantes percorreram ruas do centro e foram até a sede do laboratório.

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