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Gol é condenada a pagar indenização à família de uma vítima

Gol é condenada a pagar indenização à família de uma vítima

A Justiça do Rio de Janeiro determinou que a empresa Gol Linhas Aéreas pague indenização à família de uma das vítimas do acidente ocorrido há dois meses, que causou a morte de 154 pessoas no Mato Grosso, após a colisão com o jato Legacy. De acordo com a decisão, a primeira deste tipo, os parentes do engenheiro Kelison Castelo Branco devem receber R$ 10 mil mensais até o julgamento definitivo do processo, segundo informou o Jornal Nacional, da TV Globo. A Gol não foi notificada oficialmente por isso não quis se pronunciar.

A Justiça do Rio de Janeiro determinou que a empresa Gol Linhas Aéreas pague indenização à família de uma das vítimas do acidente ocorrido há dois meses, que causou a morte de 154 pessoas no Mato Grosso, após a colisão com o jato Legacy. De acordo com a decisão, a primeira deste tipo, os parentes do engenheiro Kelison Castelo Branco devem receber R$ 10 mil mensais até o julgamento definitivo do processo, segundo informou o Jornal Nacional, da TV Globo. A Gol não foi notificada oficialmente por isso não quis se pronunciar.

Os familiares das 154 vítimas do acidente, que completa dois meses nesta quarta-feira, 29, divulgaram uma nota à imprensa cobrando respostas das autoridades sobre as investigações do acidente. No comunicado, a Associação dos Familiares e Amigos das vítimas do vôo 1907 cobra respostas das autoridades sobre as investigações do acidente, como o acesso aos dados da caixa-preta e funcionamento do Legacy. Eles alegaram que até hoje as famílias não foram procuradas para esclarecimentos e sempre tiveram que ir atrás de informações. “De quem é o interesse de que somente os controladores Brasileiros sejam apontados como culpados deste triste episódio? Será que os interesses financeiros são maiores e mais importantes do que os fatos reais?”.

Também é questionada a conduta dos pilotos americanos Joe Lepore e Jan Paul Paladino do jato Legacy que estão com os passaportes retidos no Brasil desde a colisão com o Boeing. “Quero acreditar que quando estamos no ar e por algum motivo a comunicação falha, mas, acreditamos sempre estar no comando do avião pilotos experientes e preparados para tomar decisões e ações necessárias para qualquer situação não esperada. Isto é o que diferencia os experientes dos inexperientes, pois os inexperientes não sabem o que fazer nestes momentos e aguardam instruções”.

Os familiares finalizam a nota ressaltando que após dois meses do acidente “continuam sem nenhuma resposta”. “Estaremos sempre presentes e cobrando das autoridades a justiça, e entendemos que justo é ser transparente e apontar todas as falhas para que daqui para frente sejam tomadas ações com responsabilidade e estas tragédias possam ser evitadas.”

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