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Tribunal de Justiça nega adiamento de reintegração de posse na USP

Tribunal de Justiça nega adiamento de reintegração de posse na USP

Pedido foi feito pelo sindicato dos funcionários da universidade Estudantes já se preparam para ação da Tropa de Choque da PM. O Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido de adiamento da reintegração de posse da reitoria da Universidade de São Paulo (USP buscar). A solicitação foi feita pelo Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) nesta quarta-feira (23). O prédio está ocupado por cerca de 300 estudantes desde o dia 3 de maio.

Pedido foi feito pelo sindicato dos funcionários da universidade

Estudantes já se preparam para ação da Tropa de Choque da PM.

O Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido de adiamento da reintegração de posse da reitoria da Universidade de São Paulo (USP buscar). A solicitação foi feita pelo Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) nesta quarta-feira (23). O prédio está ocupado por cerca de 300 estudantes desde o dia 3 de maio.

A decisão foi do juiz Edson Ferreira da Silva, da 13ª Vara da Fazenda Pública, que na última sexta-feira (18) determinou que a Polícia Militar intervisse para cumprir a ação judicial, caso fosse necessário. A Tropa de Choque pode chegar à universidade a qualquer momento. A assessoria de imprensa da PM diz não ter informações sobre quando a ação será realizada.

O advogado do Sintusp, Alceu Carreira, ficou surpreso com a decisão do juiz. Ele esperava obter uma resposta somente na tarde desta quinta. “A essa hora o juiz nem chegou ao fórum ainda”, disse ele ao ser comunicado da decisão pela imprensa.

Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou à reitoria por volta das 10h. Segundo o funcionário do serviço, Adão Policarpo, eles foram encaminhados ao local por prevenção.

Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, o juiz acatou uma ação movida pela USP de “interdito proibitório”, que visa evitar que os funcionários da universidade invadam outras unidades do campus. Pela determinação do juiz, caso os funcionários ocupem outro local eles serão penalizados com multa diária de R$ 1 mil por cada unidade invadida.

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