seu conteúdo no nosso portal

Justiça do Rio terá capacitação para operar sistema de dados criminais

Justiça do Rio terá capacitação para operar sistema de dados criminais

A Justiça do Rio de Janeiro passou a integrar nesta sexta-feira o Sistema Nacional de Informações Criminais (Sinic), controlado pela Polícia Federal. Um acordo de cooperação técnica foi assinado pelo presidente do Tribunal de Justiça do estado, José Carlos Schmidt Murta Ribeiro, e o diretor técnico da Polícia Federal, Geraldo Bertolo, vai permitir que os juízes das varas e dos juizados criminais do Rio tenham acesso às informações contidas no sistema e o alimentem com novos dados referentes à Justiça estadual.

A Justiça do Rio de Janeiro passou a integrar nesta sexta-feira o Sistema Nacional de Informações Criminais (Sinic), controlado pela Polícia Federal. Um acordo de cooperação técnica foi assinado pelo presidente do Tribunal de Justiça do estado, José Carlos Schmidt Murta Ribeiro, e o diretor técnico da Polícia Federal, Geraldo Bertolo, vai permitir que os juízes das varas e dos juizados criminais do Rio tenham acesso às informações contidas no sistema e o alimentem com novos dados referentes à Justiça estadual.

O Sinic concentra informações criminais de vários órgãos de segurança do país, da Justiça Federal e, segundo Bertolo, já está integrada a cerca de dez estados, entre eles Rondônia e Acre. Atualmente, o sistema já conta com mais de 2,5 milhões de pessoas cadastradas.

De acordo com o diretor-técnico da PF, Geraldo Bertolo, ferramenta oferece em poucos segundos a consulta ou inserção dos dados de processos, inquéritos e mandados de prisão, além de emitir folhas de antecedentes criminais. Segundo ele, atualmente, essa comunicação é feita através de ofícios e o procedimento pode demorar até dois meses. O juiz, para prolatar bem a sentença, precisa conhecer o histórico da pessoa. Se ela tem antecedentes criminais, se já praticou algum crime. O sistema traz essas informações acerca das pessoas envolvidas com a Justiça, afirmou. O presidente do TJ do Rio explicou que a nova ferramenta vai garantir a visualização do sistema como um todo e ajudar a combater a impunidade.

No Brasil era muito recorrente o criminoso do Rio de Janeiro fugir para a Bahia, por exemplo, e lá tornar-se réu primário porque não havia comunicação. Esse sistema vai nos facilitar muito para evitar essa idéia de que mudando de estado o criminoso estará livre, disse Murta Ribeiro. Nas próximas semanas, os servidores da Justiça do Rio vão participar de um curso de capacitação para operar o sistema. A previsão, de acordo com o presidente do Tribunal de Justiça do estado, é que ele esteja totalmente implementado num prazo de um mês.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico