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Moradores protestam por indenização após deslizamento

Moradores protestam por indenização após deslizamento

Eles fizeram uma passeata contra a demora em serem indenizados. Desmoronamento soterrou dez casas, um barracão, uma moto e caminhão. Moradores de Monte Alto (a 353 km de São Paulo) que perderam as casas em um deslizamento, em março deste ano, fizeram nesta segunda-feira (30) uma passeata contra a demora para receber a indenização e reclamam que faltam providências. Com o desmoronamento, foram soterradas dez casas, um barracão, uma moto, um caminhão e uma máquina que trabalhava no local.

Eles fizeram uma passeata contra a demora em serem indenizados. Desmoronamento soterrou dez casas, um barracão, uma moto e caminhão.

Moradores de Monte Alto (a 353 km de São Paulo) que perderam as casas em um deslizamento, em março deste ano, fizeram nesta segunda-feira (30) uma passeata contra a demora para receber a indenização e reclamam que faltam providências. Com o desmoronamento, foram soterradas dez casas, um barracão, uma moto, um caminhão e uma máquina que trabalhava no local.

Um dos motivos da passeata é reivindicar indenização. As faixas elaboradas pelos moradores pediam a solução para o problema da erosão no bairro, antes que recomece o período das chuvas. “A prefeitura havia dito para nós que já havia sido publicada no Diário Oficial o estado de calamidade nesta área, mas nós ainda estamos aguardando essa verba”, declarou o morador Jamil da Silva.

A manifestação teve início no bairro Jardim Paulista I, próximo ao local onde aconteceu o desmoronamento de terra. A moradora Fátima Aparecida Romeno morava no bairro há 15 anos e perdeu a casa. Atualmente, precisa viver com a irmã. “Nós estamos recebendo o valor do aluguel, mas a indenização ainda não recebemos”, disse.

Mais de 50 pessoas participaram da caminhada, que durou mais de uma hora e foi encerrada em frente à prefeitura.

Segundo o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), o relatório será entregue até o final desta semana à prefeitura, no qual vão constar as causas da erosão.

O prefeito de Monte Alto, Maurício de Mattos Piovezan, informou que o laudo do IPT é apenas para servir de respaldo e para posteriores pendências jurídicas. Segundo ele, já existe um projeto para o problema da erosão, que já está no Ministério da Integração, em Brasília. “O projeto já está em vias finais de aprovação. Nós estamos aguardando essa verba para poder dar início às obras, mesmo porque é um valor alto, de R$ 11 milhões, e contaremos com a ajuda do governo federal”, afirmou.

Sobre a indenização das famílias que perderam as casas, Piovezan disse que será tratada posteriormente, porque é necessária uma intermediação jurídica.

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