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Operação Traíra: decretada prisão preventiva de 17 acusados

Operação Traíra: decretada prisão preventiva de 17 acusados

A juíza Keyla Blank de Cnop, da Vara Única de Itaocara, no Noroeste fluminense, acolheu pedido do Ministério Público Estadual e decretou a prisão preventiva de 17 pessoas denunciadas por integrarem uma rede de tráfico de drogas no município e seus arredores.

A juíza Keyla Blank de Cnop, da Vara Única de Itaocara, no Noroeste fluminense, acolheu pedido do Ministério Público Estadual e decretou a prisão preventiva de 17 pessoas denunciadas por integrarem uma rede de tráfico de drogas no município e seus arredores. A organização criminosa tem braços em outras cidades, como Campos dos Goytacazes, Foz do Iguaçu, no Paraná, São Paulo e no Distrito Federal. O grupo foi descoberto através da Operação Traíra, promovida pelo Ministério Público, que realizou escutas telefônicas em agosto de 2005.

Na decisão, a juíza deferiu nova quebra de sigilo telefônico de um dos envolvidos e a busca e apreensão nas casas de outros 14 acusados. Ela entendeu que a denúncia do Ministério Público apresenta elementos concretos que indicam a existência da rede de tráfico. “Estão presentes os requisitos necessários, mormente pelas transcrições das escutas e pelas anteriores apreensões de entorpecentes na Comarca e região, que incidam a existência de crime de quadrilha voltada para a prática do tráfico de drogas, comprovando os indícios da existência do crime e de sua autoria”, afirmou.

O traficante Celso Estatel de Souza, conhecido como Pantera, controlaria a quadrilha de dentro da Penitenciária Carlos Tinoco da Fonseca, em Campos dos Goytacazes, onde cumpre pena. O grupo inicialmente distribuía drogas utilizando “mulas” – pessoas contratadas para o transporte – para Itaocara e municípios próximos, como Aperibé, Santo Antônio de Pádua e Miracema. Com o crescimento da rede, passaram também a usar outras formas de transporte, como o envio de entorpecentes pelo correio. A organização ainda controlava uma espécie de central telefônica na cidade do Rio de Janeiro e utilizava automóveis como forma de pagamento por carregamento de drogas.

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