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Gol vai indenizar 32 famílias de vítimas do vôo 1907

Gol vai indenizar 32 famílias de vítimas do vôo 1907

Após um ano do acidente com o vôo 1907, ocorrido em 29 de setembro de 2006 e que causou a morte de 154 pessoas, a Gol anunciou hoje que já fechou acordos de indenização com as famílias de 32 vítimas, beneficiando 82 pessoas.

Após um ano do acidente com o vôo 1907, ocorrido em 29 de setembro de 2006 e que causou a morte de 154 pessoas, a Gol anunciou hoje que já fechou acordos de indenização com as famílias de 32 vítimas, beneficiando 82 pessoas.

Segundo a empresa, seus advogados propuseram acordos que garantem aos beneficiários renda igual à que era auferida antes da tragédia. Os valores pagos não serão divulgados para preservar a privacidade e a segurança dos familiares.

“Desde o momento do acidente, as famílias das vítimas foram a prioridade da Gol. Logo nas primeiras horas do desaparecimento da aeronave, a companhia pôs em prática o seu plano de emergência e enviou às cidades de origem dos passageiros e tripulantes do avião e aos aeroportos 70 assistentes sociais. Imediatamente também providenciou transporte para Brasília e hospedagem e alimentação na capital federal para todos os parentes que decidiram aguardar ali o desenrolar dos trabalhos de busca e, posteriormente, de resgate”, diz a empresa em nota à imprensa.

A Gol lembra ainda que ofereceu plano de saúde às famílias e reembolsou as despesas médicas ocorridas logo após o acidente. Ao todo, 210 pessoas passaram a contar com assistência médica e psicológica oferecida pela rede credenciada da Sul América (categoria Executivo). O plano é válido por 12 meses e registrou pouca utilização no período.

Do total desembolsado à seguradora de saúde em pagamento dos prêmios mensais, apenas 10% foram efetivamente usados, ou seja, revertidos em consultas, exames e outros procedimentos médicos. A assistência psicológica será mantida por mais um ano.

A empresa aérea também encomendou um laudo para avaliar os impactos para o meio ambiente dos destroços da aeronave, que permanecem no local da queda, na floresta amazônica. Segundo o laudo, não há possibilidade de contaminação do ar e do solo pelo combustível do avião. Como diversas peças continuam na superfície, espalhadas por centenas de metros ao redor da clareira principal, a companhia avalia a viabilidade de enterrá-las.

A Gol fará amanhã uma cerimônia em memória de um ano da morte dos 154 passageiros do vôo 1907. O presidente da Gol, Constantino de Oliveira Junior, enviou carta às famílias das vítimas, convidando-as para unir-se em oração a ele e aos funcionários da companhia na cerimônia, que será realizada às 15h30, no Jardim Botânico de Brasília. A empresa oferecerá transporte aos familiares que quiserem participar da celebração.

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