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Eletrotécnico pega mais de 13 anos de reclusão por morte de motorista

Eletrotécnico pega mais de 13 anos de reclusão por morte de motorista

O 2° Tribunal do Júri de Goiânia condenou a 13 anos e 6 meses de reclusão, em regime fechado, o eletrotécnico e ex-soldado da PM Beneval Alves Ribeiro, de 40 anos, pela morte do motorista Joaquim Fernandes da Silva, então com 44 anos, na noite de 24 de agosto de 1993, no Parque Ateneu.

O 2° Tribunal do Júri de Goiânia condenou a 13 anos e 6 meses de reclusão, em regime fechado, o eletrotécnico e ex-soldado da PM Beneval Alves Ribeiro, de 40 anos, pela morte do motorista Joaquim Fernandes da Silva, então com 44 anos, na noite de 24 de agosto de 1993, no Parque Ateneu. Também acusado do mesmo crime, o também ex-soldado da PM José Flávio Alves Gomes, de 44, teve o processo desmembrado. A sessão foi presidida pela juíza Zilmene Gomide da Silva Manzolli.

De acordo com a denúncia, Beneval mantinha um relacionamento com Silvana Rodrigues de Oliveira com quem sempre ia almoçar no Centro da cidade, oportunidade em que o casal era obrigado a passar pelo ponto de táxi onde Joaquim trabalhava. Beneval reclamava que o motorista “cantava” sua namorada. Com intenção fazer com que vítima parasse de mexer com a namorada, Beneval convidou José para pegar o táxi de Joaquim em direção ao Parque Ateneu, instante em que os réus ameaçaram a vítima e Beneval atirou em Joaquim pelas costas.

Após o disparo, o veículo parou em uma ilha divisória, Joaquim conseguiu abrir a porta do carro, caiu no chão e morreu. Após o fato, os réus fugiram e, em razão do crime, foram excluídos da PM.

Em plenário, o representante do Ministério Público (MP) pediu a condenação do réu pela prática de homicídio qualificado por uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A defesa apresentou a tese de homicídio culposo, ou seja, quando não há intenção de matar. O júri rejeitou a tese da defesa, acatou a do MP e condenou o acusado.

A Justiça do Direito Online

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