seu conteúdo no nosso portal

Investimento prejudicado por desilusão amorosa retorna pela via judicial

Investimento prejudicado por desilusão amorosa retorna pela via judicial

A 3ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça, em decisão unânime, manteve sentença da comarca de Criciúma, que condenou Wladimir de Oliveira a devolver R$ 30 mil para a ex-noiva

A 3ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça, em decisão unânime, manteve sentença da comarca de Criciúma, que condenou Wladimir de Oliveira a devolver R$ 30 mil para a ex-noiva, Zenir Garcia Sombrio. O dinheiro, segundo os autos, foi obtido pela mulher com a venda de um imóvel que possuía em Criciúma, e repassado para o então noivo, com o objetivo de quitar dívidas e preparar a mudança do casal para Florianópolis – onde um emprego aguardaria Wladimir e um casamento, Zenir.
    A promessa, contudo, não passou disso. A noiva descobriu que sequer existia emprego e que seu companheiro, na verdade, utilizou o dinheiro para tirar férias na Bahia, na companhia de outra mulher. Na ação judicial, Wladimir admitiu ter mantido um pequeno envolvimento amoroso com Zenir, mas garantiu que o pretenso romance não passou de dois encontros.
   As provas surgidas no processo, entretanto, apontaram outra realidade. “Não há como falar que o apelante teve apenas um pequeno envolvimento amoroso com a apelada, pois colhe-se das testemunhas ouvidas em Juízo que essa convivência foi bem mais séria, já que chegou a existir promessa de casamento com a mudança de residência para Florianópolis”, anotou o relator da matéria, desembargador Fernando Carioni.
   O magistrado completou que, a par dessa circunstância, o apelante em nenhum momento conseguiu, de forma satisfatória, afastar a evidência do direito alegado pela apelada. A Câmara fez pequeno reparo na sentença de 1º grau, tão somente para determinar que cada uma das partes arque com os honorários advocatícios da outra

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico