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OAB defende que os candidatos debatam mais sobre reforma política

OAB defende que os candidatos debatam mais sobre reforma política

O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, disse em visita a Curitiba, que espera que os candidatos falem mais sobre a reforma política

 
O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, disse em visita a Curitiba, que espera que os candidatos falem mais sobre a reforma política, que considera uma reforma importante para a consolidação da democracia brasileira.
 
”Esse é um momento de reflexão. Eu gostaria muito de ouvir dos candidatos, principalmente os candidatos à presidência da República, que proposta eles têm em relação à reforma política”, declarou.
Para Cavalcante, ”há a necessidade sim de se fazer uma modernização”. ”Vimos agora nessas pré-campanhas que existiram que já eram campanhas e a legislação eleitoral proíbe. Precisamos evoluir dentro de uma discussão democrática, republicana de como nós queremos as eleições. Isso passa por uma proposta da OAB de reforma política.” O presidente do Conselho aponta que uma reforma teria que acabar com o clientelismo, com os ”donos de partidos, donos da política” e garantir melhor igualdade de condições na disputa bem como conter o abuso econômico.
A dificuldade para incentivar o debate sobre o assunto, aponta Cavalcante, se dá pela própria resistência dos candidatos em falar sobre o tema.
”Parece que o tema em si é um tema tabu. Todos ficam com medo de tocar nesse assunto. Porque vão desagradar aqueles que os apoiam. E isso é muito ruim. Por isso eu lanço aqui no Paraná esse desafio para que os candidatos comecem a falar para a sociedade sobre seus projetos de reforma política. Se é que tem.”
O Conselho Federal deverá realizar um grande evento para discutir a reforma política em dezembro. As propostas aprovadas nesse evento irão ser entregues pela OAB ao presidente eleito.
”Queremos que ele assuma o compromisso de trabalhar pela aprovação da reforma porque sem o empenho do Executivo ela tem poucas chances de prosperar”, disse.

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