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Acusado de tentar asfixiar ex-companheira na Capital seguirá preso

Acusado de tentar asfixiar ex-companheira na Capital seguirá preso

O auxiliar de serviços gerais Claverson Cabral de Jesus continuará preso preventivamente, enquanto aguarda a tramitação do processo a que responde por tentativa de homicídio triplamente qualificado e ameaça

      
   O auxiliar de serviços gerais Claverson Cabral de Jesus continuará preso preventivamente, enquanto aguarda a tramitação do processo a que responde por tentativa de homicídio triplamente qualificado e ameaça, no Juizado Especial de Violência Doméstica da comarca da Capital. A decisão foi da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, ao negar habeas corpus impetrado em seu favor. O desembargador Torres Marques foi o relator da matéria.
    Claverson foi flagrado pela câmara de monitoramento interno instalada em um elevador do edifício comercial GIA, no centro de Florianópolis, em 19 de março deste ano, quando tentava asfixiar sua ex-companheira, a operadora de telemarketing Maria de Fátima Barros Elói, com o próprio cinto. O rompimento unilateral da união estável, que já durava oito meses, por iniciativa de Maria de Fátima, estaria na origem da agressão.
    A defesa do auxiliar de serviços gerais argumentou que o réu não é agressivo e não possui antecedentes criminais, e que o fato ocorrido no elevador constitui-se em ato isolado. Acrescentou, ainda, que ele possui moradia e trabalho fixo. O desembargador Torres Marques, contudo, entendeu que ainda estão presentes os requisitos que sustentaram a decretação da prisão preventiva, baseada na necessidade de manutenção da ordem pública e na defesa da integridade física não só da vítima, como também de seus familiares.
    Um dia após o ataque no elevador, Claverson teria mantido contato telefônico com a mãe de sua ex-companheira, oportunidade em que teria feito ameaças contra a integridade da família. A decisão da 3ª Câmara Criminal do TJ foi unânime
 
 

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