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Trabalhador não tem o que comemorar

 

Para o jornalista Carlos Chagas, na celebração do seu dia, ontem, o trabalhador foi o mais ludibriado dos cidadãos. Pelo governo, porque a presidenta Dilma apresentou um cenário irreal da vida de cada um, acentuando os sonhos que falta realizar. Vivêssemos um paraíso como o descrito por ela e o Brasil não apresentaria números tão cruéis como esse que a ilusão não consegue sufocar, de um salário mínimo ridículo. Não há como sustentar a norma constitucional de que o salário mínimo deve bastar para o trabalhador e sua família terem garantidas necessidades vitais como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social. Vá a presidente viver com esses miseráveis reais para conhecer a farsa encoberta pela Constituição. Em suma, nada houve que comemorar neste Primeiro de Maio de 2013, exceção de o fantasma continuar assustando. Um dia, ressurgirá. Leia mais no artigo de Carlos Chagas.

Por Aluízio Bezerra Filho

Juiz de Direito da 6a Vara da Fazenda Pública da Capital do Estado da Paraíba, ex-Membro da 3ª Turma Recursal do Juizado Especial da Capital, ex-Juiz Eleitoral da 64ª Zona Eleitoral da Capital, ex-Professor da Unipê, autor dos livros Tribunal do Júri Homicídios, Lei de Tóxicos Anotada e Interpretada pelos Tribunais e Crimes Sexuais, Leis de Tóxicos, Lei Antidrogas e Lei de Improbidade Administrativa, todos pela Editora Juruá. É autor ainda do livro Sentenças Definitivas, editado pela União Editora.

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