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Saúde negociou droga de segunda com Labogen

A Associação Médica Brasileira (AMB) concluiu estudo revelando que o citrato de sildenafila, que seria comprado pelo Ministério da Saúde por R$ 134,4 milhões em parceria com Labogen, não é considerado de primeira escolha para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar. O contrato foi cancelado após a Operação LavaJato, da PF, denunciar o laboratório como carro-chefe do doleiro Alberto Youssef para lavagem de dinheiro.

Por Kassandro Junior

Editor chefe do Portal Correio Forense - Advogado Estagiário com OAB/PB nº 11.437E – Acadêmico de Direito, cursando atualmente o 10º período pelo Centro Universitário de João Pessoa – Unipê.

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