O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio manteve ontem, por 19 a 2, a intervenção feita em novembro de 2002 em seis cartórios.
Um dos acusados de irregularidades, o 24 Ofício de Notas, pertencia a Tânia Góes, mulher do ex-desembargadora Décio Góes. Sozinho, o cartório dela registrava um lucro de R$ 700 mil por mês.