O ministro Celso Amorim (Relações Exteriores) e o secretário-geral Samuel Pinheiro Guimarães nem esperaram o Congresso aprovar a Medida Provisória 269, de 15 de dezembro, criando 400 cargos, e usaram a MP para fazer promoções no apagar das luzes de 2005, dia 30. A MP também altera o chamado “interstício” em uma jogada para beneficiar meia dúzia de protegidos, no gabinete do ministro. Há grande revolta entre os diplomatas.