O procurador da República Mário Lúcio Avelar desabafou ontem em Cuiabá (MT) que estão escondendo o jogo e ainda falta fisgar ‘gente de poder’ no escândalo da gangue do dossiê. Para ele, figurinhas como Jorge Lorenzetti, Osvaldo Bargas e Expedito Veloso, amigos de Lula e membros da coordenação de sua campanha de reeleição, não têm ‘cacife’ para pagar R$ 1,7 milhão por informações contra adversários, no suposto dossiê.