Apesar de não ter tido sua prisão preventiva decretada pela ministra Eliana Calmon, por falta de endosso do Ministério Público ao pedido da Polícia Federal, o governador do Maranhão, Jackson Lago (PDT), não foi poupado no relatório da juíza.
Ela menciona “fortes indícios” de que indiretamente ele atuou em favor da construtora Gautama. E afirma: “Jackson Lago recebeu vantagem indevida para permitir o pagamento de medições irregulares”.