O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, formalizou a criação de 144 cargos, a serem preenchidos sem concurso, mas por indicação dos líderes de quatro partidos: PMN, PPS, PV e PSC.
O antecessor de Chinaglia, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), extinguiu centenas desses “cargos de natureza especial” (CNEs), após o escândalo que os revelou. O novo trem da alegria criou 55 cargos para o PPS, 37 para PV e PSC e 25 para o minúsculo PMN.