O presidente Lula considera inevitável a CPI dos Cartões Corporativos, por isso ordenou uma manobra de risco calculado: a base aliada propõe a comissão e assume seu controle, indicando presidente e relator, para não permitir que as investigações cheguem a sua família. Ele não quer correr o risco de os titulares dos cartões, alguns militares, revelem à CPI nomes dos beneficiados das despesas e/ou pagamentos extravagantes.