O Ministério Público Federal manteve o ex-ministro José Dirceu sob escuta telefônica durante quatro meses, no ano passado, sob o pretexto de que um jornalista amigo dele, Breno Alman, teria feito gestões para que o governo autorizasse o ingresso no Brasil do bilionário russo Boris Berezovski, dono da MSI, aquela do escândalo do Corinthians. Nos 120 dias de escuta nada foi encontrado que ligasse José Dirceu ao caso.