A sorte do banqueiro Daniel Dantas foi selada em maio de 2006 com a divulgação de documentos em uma revista, atribuídos a ele, de supostas contas no exterior mantidas pelo presidente Lula e alguns ministros, como Márcio Thomaz Bastos e Antônio Palocci, além do então diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Lacerda, honestíssimo. Os documentos eram toscos, caíram no esquecimento; só não no das vítimas da trama.