Apesar do mistério que cerca o assassinato do ex-ministro do TSE José Guilherme Villela, sua mulher e sua empregada, e da hipótese de que o crime pode ter relação com as atividades profissionais da vítima principal, a Polícia Civil do DF ainda não teve a curiosidade de visitar e periciar o escritório do advogado no edifício Denasa, centro de Brasília. Nem mesmo requisitou as imagens gravadas pelo sistema de segurança.