Amanhecemos, hoje, com uma dúvida: estarão os servidores de Judiciário em greve ou apenas sinalizaram ontem poder cruzar os braços dentro de alguns dias? Não se discute a justa indignação da categoria, fora os marajás, porque trabalham muito e ganham pouco. Tem todo o direito de protestar, mesmo apelando para o último recurso do trabalhador, que é a greve. O problema está na coincidência, impossível de ser aceita. Por que o início da paralisação no dia do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal? Mesmo prevendo-se que a mais alta corte nacional de justiça tenha tomado providências e o presidente Ayres Britto blindado o tribunal com funcionários fiéis e com policiamento bastante para garantir os trabalhos, sempre fica o receio do inusitado. Leia mais no artigo de Carlos Chagas