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Calote argentino pode sobrar para a Petrobras

 
A área de energia do governo brasileiro acompanha, apreensiva, a situação da argentina YPF, reestatizada há seis meses por Cristina Kirchner. A Argentina desapropriou a empresa, mas não pagou um único centavo à proprietária Repsol. Desde então, o valor das ações da empresa caiu à metade. Como Kirchner adora prejudicar interesses brasileiros, todo cuidado é pouco: a Petrobras opera na Argentina.