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Instalação de hidrômetros individuais não precisa de lei

Instalação de hidrômetros individuais não precisa de lei

Proposta de criar entradas de água separadas, para cada apartamento, é de difícil implementação nos prédios já existentes. Projeto está em análise na Câmara A implantação de hidrômetros individuais nos condomínios não precisa de lei específica. A avaliação é do vereador Hildo Ney Caspary (PP), que é engenheiro civil. Para ele, as próprias construtoras devem apresentar a novidade, como um diferencial em seus empreendimentos.

Proposta de criar entradas de água separadas, para cada apartamento, é de difícil implementação nos prédios já existentes. Projeto está em análise na Câmara

A implantação de hidrômetros individuais nos condomínios não precisa de lei específica. A avaliação é do vereador Hildo Ney Caspary (PP), que é engenheiro civil. Para ele, as próprias construtoras devem apresentar a novidade, como um diferencial em seus empreendimentos.

Desde o início do mês, tramita na Câmara de Santa Cruz do Sul projeto de lei que obriga os novos edifícios a terem ligações de água por apartamento ou unidade consumidora. Para os prédios já existentes, é dado prazo de 180 dias para a implementação da medida, sob pena de multa de 100 UPMs (R$ 15,3 mil). A proposta é de iniciativa do ex-vereador Dalvo Paulus, que não considera justo o rateio da conta entre os condôminos. Hoje a conta de um apartamento com um morador é a mesma de outro que tem cinco ou seis ocupantes.

No entender de Caspary, a idéia é boa, mas de difícil execução em se tratando de prédios já existentes. “Os transtornos e os custos serão altos, pois as paredes de todos os apartamentos precisarão ser abertas.” Comentou que não cabe aos vereadores dizer o que os proprietários devem fazer em suas residências. “Essa questão deve ser resolvida entre os condôminos.”

PLUS – No tocante aos prédios novos, avaliou que o mercado se encarregará de viabilizar a iniciativa. “A entrada individual de água pode ser um plus oferecido pelas construtoras.” Frisou que não é preciso lei para tratar dessa questão e muito menos pesadas multas.

O projeto está nas comissões técnicas, assinado por quatro vereadores. A votação deve ocorrer até o fim do mês.

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