Fernando Fialho, diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), aproveitou as crises políticas envolvendo os ex-ministros Antonio Palocci e Alfredo Nascimento para tentar emplacar – em longo ofício ao Tribunal de Contas da União – o entendimento de empresas como a empreiteira Odebrecht, favorável à privatização branca dos portos no País, em posição oposta a do governo Dilma