O lamentável episódio referente a prisão de uma adolescente numa cela de uma delegacia no Estado do Paraíba junto com presos que abusaram sexualmente da indefesa criatura, é situação que afronta o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Código de Processo Penal e o de Execução Penal, cujas leis não podem ser desconhecidas por autoridades que têm o dever de conhecer, aplicar, respeitar e faze-las cumprir, mostra uma intrigante coincidência; é que todas são mulheres.
Primeiro, a juíza da comarca; depois a presidente do Tribunal de Justiça do Pará, a desembargadora Albanira Lobato Bemerguy e por último, a governadora Ana Júlia Carepa.
Parece que houve uma apagão nas autoridades de saias do Pará.