Os militares da reserva não-remunerada do Exército que pretendem indenização da Comissão de Anistia não combateram no Araguaia, nem são oficiais de carreira. Eram recrutas de um destacamento que vistoriou a região. Não dispararam tiros, apenas máquinas fotográficas de turistas. Saíram do Exército após a missão, que para eles não fez sentido. Na maioria de Goiânia, são incentivados por um ex-recruta, hoje advogado.