Agentes de inteligência suspeitam da presença, em São Paulo, de um grupo de cubanos nos dias em que foi encontrado morto (em circunstâncias não esclarecidas) o legista Carlos Delmonte Printes, que examinou o corpo do prefeito assassinado Celso Daniel. Se houve crime, os arapongas acham que eles podem ter feito “o serviço”. O grupo chegou a ser detido quando deixava o País, por uso de passaportes falsos, mas acabou liberado.