A PF não deixou o caso Banestado morrer. Em São José do Rio Preto (SP), a PF fez busca em escritórios do empresário do ramo de pedras preciosas José Paschoal Constantini. Um de seus empregados, Ezequiel Pallatin, não explica a origem de R$ 8 milhões em sua conta, que foram pulverizados nas CC-5.