O Sindicato Nacional dos Aeroviários descobriu nos escombros da finada Vasp documentos que comprovariam que a voadora usou contas bancárias de alguns funcionários para movimentar grandes somas longe das vistas do Fisco.
Selma Balbino, presidente do sindicato, entregou tudo à 14 Vara do Trabalho de São Paulo.
Conta voadora II
Só numa conta da Caixa Econômica em Brasília passaram R$ 43 milhões em dois anos. O dinheiro entrava num dia na conta do funcionário, cujo salário era de R$ 1.082, e já saía no outro.
“Estes funcionários prejudicaram seus colegas”, lamenta Selma Balbino. “A Vasp não depositava FGTS desde 1998”.