A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, minimizou os protestos contra seu governo ocorridos em Buenos Aires, na última terça (20). Durante a cerimônia comemorativa ao Dia da Soberania Nacional, realizada nesta quarta (21), Kirchner afirmou que não se deixa abalar por este tipo de manifestação pública. “Eu não me afeto com ameaças, vou manter o que tenho de fazer”, disse. Trabalhadores e sindicalistas organizaram uma paralisação e pediram a diminuição da inflação, aumento nos salários e queda da carga tributária. A pausa na prestação de serviços causou transtornos, como o cancelamento e adiamento de pousos e decolagens na capital argentina.