Policiais experientes comparam os depoimentos de Bruno Lins a conversas de bêbado para delegado. Suas acusações ao ex-sogro levaram o Senado a abrir o quarto processo contra Renan Calheiros. Na Polícia Federal, em 6 de setembro, ele disse que R$ 150 mil para o ex-presidente do INSS saíram do pacote de R$ 1 milhão que pegou no BMG de Brasília. Dia 4, dissera à mesma PF que a propina saiu de R$ 300 mil que pegou em Belo Horizonte.