O governo Lula reservou R$ 207 bilhões para amortizar juros da sua dívida, comprometendo mais de dois terços (71%) das despesas previstas no Orçamento de 2006. Todo esse dinheiro será aplicado no chamado serviço da dívida pública e encargos do endividamento, mas sem a fiscalização do Tribunal de Contas da União ou do Ministério Público Federal, que não têm atribuição legal ou constitucional para checar a veracidade dos valores.