Apesar do atentado à embaixada brasileira em Bogotá em 1993, que deixou 43 mortos e 350 feridos, dos quais oito brasileiros, o Itamaraty se recusa a classificar as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia como um grupo terrorista. Em junho, após a incursão do exército colombiano no Equador, o deputado Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) requereu informações sobre as Farc ao Ministério das Relações Exteriores, que nada esclareceu.