Presidentes e relatores das CPIs dos Correios e dos Bingos, fontes de dores de cabeça no governo Lula, recebem o troco: por ordem da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), suas emendas ao Orçamento não serão liberadas. As emendas são um direito legal dos parlamentares. O senador Delcídio Amaral (PT-MS) e o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), presidente e relator da CPI dos Correios, estão entre os mais perseguidos.