Pelas 3h da madrugada do dia 25, quando foi empalada na casa mantida pela Funasa em Brasília para o tratamento de indígenas, a xavante Jaiya, 16, estava apenas com a mãe Carmelita e a tia Maria Imaculada, ambas casadas com o mesmo cacique. A Polícia Civil do DF descobriu que as duas falam português, ao contrário do que alegavam para se negarem a depor. Outros índios se recusaram a atuar como intérpretes.